ARES
Segurança digital não cabe mais no mesmo modelo.
Vultus ARES é uma camada de Pentest AI para validação ofensiva contínua. Ele opera como adversário autônomo, monta cadeias de ataque, testa caminhos reais e entrega evidência técnica, não mais uma fila de alertas para alguém separar depois.
Cases públicos já mostram validação ofensiva em grandes empresas.
O movimento não está só no discurso. Empresas de grande porte já aparecem usando testes ofensivos e automação para reduzir tempo entre descoberta, validação e correção de falhas. ARES nasce para levar esse ritmo para uma camada contínua, com dados médios de execução, evidência técnica e supervisão humana da Vultus.
Referências publicadas por veículos do setor, sem depender de promessa interna.
≈1min47s até o primeiro achado relevante em testes controlados.
Especialistas revisam contexto, impacto, direção técnica e prioridade.
O pentest tradicional pode chegar tarde para uma superfície que muda todo dia.
Pentest pontual continua importante quando o trabalho exige profundidade, criatividade e contexto. O problema é o intervalo entre um ciclo e outro. Em superfícies digitais vivas, falta uma camada recorrente para checar o que ficou explorável no meio do caminho.
Seu pentest pode nascer atrasado antes mesmo de começar.
São modelos diferentes. Um aprofunda, o outro mantém pressão constante.
Pentest pontual
- Fotografia de um momento específico
- Escopo fechado antes da execução
- Profundidade concentrada no analista
- Normalmente uma ou duas vezes por ano
- Dependência forte de agenda
- Ritmo limitado pela capacidade humana disponível
- Visibilidade presa ao recorte contratado
ARES by Vultus
- Validação ofensiva em ritmo contínuo
- Autonomia operando dentro de guardrails
- Evidência técnica junto de cada achado
- Prioridade definida pelo que dá para explorar
- Cobertura entre os ciclos de pentest
- IA e automação com revisão de especialistas
- Mais hipóteses testadas, com menos espera
Scanner levanta suspeitas.
ARES mostra o que vira risco.
ARES é Pentest AI com comportamento adversarial. Não um scanner com nome novo.
Ele serve para empresas com aplicações, APIs e ambientes cloud que mudam rápido demais para depender apenas de ciclos pontuais. ARES recebe escopo autorizado, cria hipóteses, testa exploração de forma controlada, registra evidência e ajuda o time a priorizar o que realmente pode ser explorado.
Adversário autônomo com guardrails
Uma engine ofensiva que executa recon, hipóteses, testes controlados, evidência e priorização com validação humana da Vultus.
Times com superfície dinâmica
Empresas com apps críticos, APIs públicas, integrações, mudanças frequentes e exposição recorrente entre auditorias.
Janela cega entre pentests
Reduz o intervalo entre mudança e validação, separando risco explorável de ruído operacional.
Onde ARES entra no ciclo de vida da aplicação.
Da primeira validação técnica ao reteste, ARES atua como uma camada ofensiva contínua. Ele não fica restrito ao pré-deploy: entra quando nasce uma receita digital, quando muda uma API, quando há go-live e quando a produção precisa de validação recorrente.
ARES Engine
Adversário autônomo com guardrails, escopo aprovado e validação humana da Vultus.
Como entra no fluxo
CI/CD · AppSec · Pentest app/API · Mudanças · Reteste · Governança
Veja ARES trabalhando em uma superfície digital.
O console mostra alvo, objetivo, achados por severidade, mapa da superfície e atividade do agente. O foco é o que foi validado, com evidência técnica.
├ /login
├ /app/profile
├ /api/v2/reports
├ /api/admin
└ /api/integrations/webhook-test
Quando o teste roda com mais frequência, o risco aparece antes.
Em ambientes controlados, ARES reduziu o tempo entre a descoberta e a validação ofensiva. IA e automação fazem parte do processo, mas a revisão humana continua ali para separar ruído de risco explorável.
média observada em ambientes controlados
dados de testes controlados conduzidos pela Vultus
Criado por quem faz segurança ofensiva em ambientes críticos.
ARES vem da prática da Vultus em Pentest, Red Team e validação ofensiva em ambientes críticos no Brasil. Não é uma automação genérica vendida como segurança. É experiência ofensiva acumulada, colocada para operar com escala, controle e revisão especializada.
Inteligência ofensiva feita no Brasil
Vivência real em Pentest e Red Team
Olhar de atacante, leitura para decisão
Evidência técnica em vez de volume de alertas
Guardrails, rastreabilidade e escopo claro
Vultus reconhecida como líder
A avaliação global da ISG colocou a Vultus no quadrante de liderança em cibersegurança.
Risco cibernético não precisa ficar no campo da hipótese. Ele pode ser validado por evidências.
Autonomia precisa de controle.
ARES amplia a capacidade ofensiva entre ciclos tradicionais. Ele não substitui o especialista humano. O que muda é a escala, a frequência e a velocidade, enquanto o time da Vultus mantém contexto, validação e direção técnica.
Escopo aprovado
Execução apenas em superfícies autorizadas.
Guardrails
Autonomia com limites combinados antes.
Rastreabilidade
Registro das hipóteses, evidências e decisões.
Human-in-the-loop
Especialistas revisam e aprofundam quando faz sentido.
Leitura executiva
Achados traduzidos em impacto e prioridade.
Evolução contínua
Medição recorrente da exposição e do risco reduzido.
Segurança ofensiva fica mais forte no modelo híbrido: máquina para ganhar escala, especialistas para dar profundidade.
Dúvidas que aparecem na primeira conversa.
01 ARES substitui o pentest?
02 ARES é um scanner?
03 É seguro rodar uma demo?
04 Qual o melhor caso de uso?
05 O que a demo entrega?
Valide sua superfície com ofensiva real.
A demo é voltada para empresas selecionadas. O objetivo é ver ARES operando sobre um escopo aprovado, com acompanhamento da Vultus.
- Escopo aprovado antes da execução
- Guardrails ativos durante a operação
- Evidência técnica por achado
- Rastreabilidade para revisão posterior
Risco não se presume.
Se comprova.
Antes de virar incidente,
coloque ARES para testar.